A meditação é uma técnica que desenvolve habilidades como a concentração, tranquilidade e o foco no presente. Trata-se de uma prática ancestral, com raízes na sociedade oriental.
Quando pensamos em meditação, já nos vem à cabeça imagens de grandes mestres budistas, ou de pessoas com grande disciplina emocional. Mas na verdade, está muito longe disso. A técnica é acessível, e você pode incorporá-la de diversas maneiras em sua rotina.
Quando meditamos, acabamos “aquietando” a mente e criando ferramentas internas para lidar com o estresse do mundo, onde nossos sentidos são muitas vezes influenciados negativamente.
Fonte: https://www.minhavida.com.br/bem-estar/tudo-sobre/1042-meditacao
Meditação – Tipos Básicos
Dentro diversos estudos da meditação, desconsiderando as técnicas mais avançadas, aplicadas principalmente por adeptos e espiritualistas como budistas (ex: MeditaçãoVipissana) e Iogues, na arte da meditação, o que pode se atingir alguns níveis espirituais ou transcendentais como a Iluminação (Sator-Zen Budismo, Samadi- Ioga), *Nirvana. Onde se discute que a mesmas possa ser também em nível inconsciente. Ø
Concentração & Contemplação
* Nirvana é uma palavra do contexto do Budismo, que significa o estado de libertação atingido pelo ser humano ao percorrer sua busca espiritual. O termo tem origem no sânscrito, podendo ser traduzido por “extinção” no sentido de “cessação do sofrimento
Meditação Concentração

Mesmo que não seja considerada por antigos mestres como um termo relativo a meditação, (Osho-Minfulness), Dentro de um conceito ocidental, podemos inserir estes métodos (mais estudado pela ciência) num mesmo conceito a ser praticado, principalmente por iniciantes, onde através dela, há um direcionamento (foco) a pontos fixos como na respiração com ou sem acompanhamento de mantras, música clássica, instrumentais, sons da natureza (de preferência relaxantes e repetitivos), cristais etc. Nesta, se relaciona principalmente com uma relação de interiorização.
Meditação – Contemplação

Contemplação- É uma meditação num contexto mais filosófico, que significa ficar parado, sem dizer nada, olhando, escutando e deixando se afetar (por uma obra de arte, uma paisagem, o rumor da água, o movimento do mar, etc.) Saborear, admirar, deixar-se comover pelo que produz em nós a visão, a escuta das coisas, os aromas, os sabores ou as texturas, temperaturas e/ou a pressão que se sente ao tato. Nesta, podemos correlacionar uma interligação entre o exterior x interior.
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